Quando empiricamente olhamos para o panorama mediático dos idosos portugueses, podemos facilmente identificar alguns traços distintivos.
Superficialmente, recorrendo ao senso comum, identifica-se a importância que a televisão desempenha, atendendo à sua normal maior disponibilidade de tempo (será sempre assim?). Abusivamente enunciam-se razões pelas quais os novos media configuram um campo tenebroso para os mais velhos e tecem-se considerações mais ou menos precipitadas sobre aquilo que parece ser a tendência dos idosos para facilmente se deixarem ludibriar pelas mensagens que recebem dos media.
Porque é importante trabalhar na desmistificação de algumas destas ideias feitas, o Senior in Media foi conhecer não só aquilo que pensam e sentem os idosos, mas também contactar com o outro lado da barricada - os profissionais da geriatria que com eles e para eles trabalham diariamente.
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